quinta-feira, 24 de março de 2016

Mito: Caixa da Pandora


   Pandora no grego antigo significa "a que tudo dá", "a que possui tudo", "a que tudo tira", segundo a mitologia helénica  foi a primeira mulher criada por Atenas e Hefesto a pedido de Zeus com o propósito de agradar os homens (Humanidade). Foi-lhe dada de presente pelo deuses uma caixa mas esta não poderia ser aberta., e como tudo no mundo dos homens a curiosidade de Pandora excedeu-se, curiosa Pandora abriu a caixa e dela saíram os piores monstros da humanidade: Guerra, Doença, Fome, Desentendimentos, entre outros. No entanto Pandora fechou a caixa antes que a Esperança pudesse sair.
   Hoje em dia a Humanidade continua a sua extensa batalha contra os seus "monstros" principalmente com os monstros que defino como os "entre outros", estes que se escondem na escuridão, gozam do seu manto de invisibilidade para nos aterrorizar, estão sempre a espreita nos cantos e recantos, sempre atentos e à caça das suas próximas vítimas.
   "O Rapaz Pandora" é um mito urbano acerca de um rapaz assim como Pandora, bonito feito pelos deuses para os homens (Humanidade), mas antagónico a Pandora, a sua beleza era interior (não que lhe falta-se a exterior) e não era dotado do grande mau de Pandora, a CURIOSIDADE, e quando abriu a sua caixa deixou escapar apenas a Esperança.
   O Rapaz passeava pela terra com o seu único monstro, ajudando quem viesse e encontrasse pelo caminho, dando esperança aos casos mais ilusórios. Pelo menos era o que o Rapaz achava que fazia, pois o que ele não sabia era que o quanto mais ele ajudava, mais os "entre outros" monstros da caixa de Pandora alimentavam-se das pessoas que o rapaz ajudava.
   Um dos casos que o rapaz ajudou (propósito do mito), foi o de Alanna. 
   Alanna, uma rapariga de 17 anos era constantemente visitada durante a noite e de vez enquanto durante o dia por alguns dos "entre outros". Ela dizia que eles surgiam do nada, muitas das vezes entre as cortinas da sua janela ou no canto do tecto no seu quarto. No início apenas a observavam quietos, figuras com semblantes mais escuros do que uma noite sem lua e estrelas, com olhos vermelhos brilhantes, quanto mais o tempo passava, mas eles se aproximavam dela até que começaram a fazer contacto. Alanna não conseguia pedir ajuda pois tinha vergonha e medo do que as figuras faziam com ela e poderiam fazer caso ela pedisse ajuda pelos "meios convencionais". Por fim Alanna conseguiu a ajuda do Rapaz, tudo indicava que as coisas iriam mudar que haveria salvação para ela pois os Rapaz deu-lhe a oportunidade de experimentar o seu monstro a Esperança.
   Reza a lenda que a situação de Alanna mudou, mas não para melhor, alguns dias depois ela cheia de esperança foi atacada pelos "entre outros" e desapareceu, sem deixar qualquer vestígio. Ninguém sabe onde ela foi parar, o que é feito do Rapaz e do seu monstro mas o que se sabe é que os "entre outros" continuam à solta, à espreita nos cantos, à espera nas sombras, todas as noites pelas suas vítimas.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Top 10 Das Bonecas Amaldiçoadas no Mundo

Mito: "Chamada ao 112"

   Uma rapariga estava numa discoteca, quando um rapaz lindo oferece-lhe uma bebida, a rapariga iludida com a aparência do rapaz aceita e passa a noite toda com ele, no final da noite ele oferece uma ultima bebida.
   A rapariga acorda tonta e com a visão desfocada, quando ela se recompõe apercebe-se que estava na banheira de uma casa de banho, com a barriga aberta e os intestinos à saírem do corpo e outros órgãos já fora do corpo. Ela rapidamente encontra o telemóvel e liga para o 112, quando a senhora atende e pergunta qual é a emergência, a rapariga explica a situação e a senhora começa a rir, e diz: essa "brincadeira" já não cola e desliga o telemóvel a rapariga.
   A rapariga conseguiu partir a janela e pedir por ajuda, mais tarde a policia descobriu que as meninas quando ligavam para o 112 não estavam a gozar pois tudo fazia parte do plano de um serial killer - Assassino em série.
   Reza a lenda  que ele nunca foi apanhado e continua a ter sucesso no seu plano.

Mito: "A sereia de Israel"

Clássico Assustador

Mito: "A Lua-de-mel"


   Lua de mel, época pós casamento. Muitos casais aproveitam esse tempo para estreitar os laços, conhecerem-se melhor ou fazer a viagem dos sonhos, como no caso dos Williams.
   Os Williams foram para Las Vegas, aproveitar os dias de folga, proporcionados pela lua-de-mel, eles escolhem um hotel reconhecido e com boas referências para que tudo corresse na perfeição. No entanto, ao entrar no quarto, eles notam um cheiro horrível, como se estivesse algo a apodrecer no local. Eles reclamam com o gerente mas infelizmente não havia como mudar de quarto, pois o Hotel estava cheio.
   A "Staff" de limpeza do hotel tentou amenizar a situação e fizeram novamente uma limpeza no quarto para tentar tirar o cheiro enquanto o casal estava fora do hotel, mas nada resolveu o mau cheiro.
 Quando voltaram para o quarto, o Sr. Williams resolveu investigar por conta própria de onde vinha o cheiro, quando ele decidiu abrir o colchão ficou petrificado com a visão. O que ele viu foi o corpo de uma mulher dentro do colchão, já em decomposição.
Aviso: História verídica.

Mito: "O cão"



   Uma menina recebeu um cão como prenda de aniversário pelos pais. Uma vez, durante o Halloween os pais decidiram fazer uma viagem, e deixaram-na sozinha com o cão.
   Durante a noite, tudo estava tranquilo até que a menina acordou com um barulho de água a correr. Perturbada pelo som, ela levantou-se e encontrou a torneira do WC aberta, fechou a torneira e intrigada percorreu a casa e verificou todas as portas e janelas, após concluir que estava em segurança, cansada voltou para a cama e adormeceu com uma das mãos fora da cama, e o cão começou a esfregar o focinho e lamber a mão durante um tempo.
   Tempo depois, com barulho semelhante ao da torneira voltou a incomodar, mas desta vez não era na direcção do WC então ela resolveu investigar de onde vinha.
   Guiada pelo som até ao seu armário, ela encontrou o cão dela degolado, com sangue a pingar compulsivamente por todos os lados. Na parede do armário havia um bilhete colado que dizia: “Humanos também sabem lamber”.
   Reza a lenda que ainda hoje na casa da menino, no mesmo local onde ficava o armário (pois a casa foi vendida, revendida e remodelada várias vezes) ainda se consegue ouvir o som das gotas quando se aproxima a hora em que o cão foi encontrado, mas só no dia do ano em que aconteceu. E sempre que alguém se encontrar adormecido ou sozinho na mesma divisão da casa que era o quarto da menina depois de um tempo pode sentir uma das suas mãos húmidas com o que parece ser baba de um animal, humano ou não.

Mito: "Mulher sem Boca" - Kuchisake Onna

 


   Este mito urbano, é baseado na lenda japonesa "Kuchisake Onna"A lenda fala de uma mulher, cuja a sua beleza era inigualável, e atraía muitos curiosos e candidatos não lhe faltavam para enaltecer o seu ego.
   Foi com um dos pretendentes, um rapaz muito mais novo, que essa mulher traiu o marido. Num ataque de fúria, quando descobriu a traição, o marido simplesmente cortou o rosto da esposa de orelha a orelha. Há quem diga que nesse dia a mulher foi amaldiçoada e passou a andar pelo mundo com uma máscara cirúrgica.
   Perturbada, reza o mito urbano actual que ela vaguei pelas ruas de Osaka durante a noite em busca de vítimas para compartilhar sua maldição, ela pergunta para as pessoas se à consideram bonita e quando respondem que sim, a mulher simplesmente tira a máscara e faz a mesma pergunta. Se os interrogados assustarem-se com o aspecto ou negarem a beleza dela, acabam por sofrer uma morte terrível e dolorosa.


Mito: "Número 13"


  13 é formado pelos números 1 e 3. O 1 simboliza coragem, iniciativa e disposição para correr riscos. Já o 3 representa a autoconfiança e o optimismo.
   Muitas culturas vêem esse número como um número maligno que simboliza azar, daí existir sexta-feira 13 como dia do azar.
   Muitas pessoas não sabem a origem deste mito urbano. O rei da Filipe IV da França no dia 13 de Outubro de 1307, que era uma sexta-feira, decretou que a ordem dos Templários era ilegal por isso deveriam ser perseguidos, torturados e mortos, daí as sextas-feiras serem consideradas dias de azar.
   Reza a lenda que este dia só é considerado de azar por causa dos rituais que os templários realizam nestes dias para apaziguar os espíritos dos templários mortos pelo rei na original sexta-feira 13.
   Diz-se também que o Jason do filme "Sexta-feira 13" na realidade existiu e o que realmente aconteceu com ele, foi que teve o azar de ser uma das vitimas dos templários. Por isso é que ele matava e mata (pois ainda não foi comprovado que ele realmente morreu) pessoas durante a sexta-feira 13.

Atleta Até Morrer!!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Mito: "O Fantasma do Chat"


   Uma rapariga extrovertida, passava a vida nos chat da internet em busca de um namorado. Um dia ela encontrou um chat sinistro, neste chat ela começou a conversar com uma rapaz que no inicio parecia ser boa pessoa, mas sempre que ela dizia que iria sair para ir dormir ele respondia "Não podes sair do chat, à menos que adormeças" e a rapariga fazia o que o rapaz dizia, nunca abandonou o chat sem adormecer antes.
   Numa sexta-feira a rapariga foi convidada para uma festa, ela ia despedir-se do rapaz no chat quando ele enviou uma mensagem a dizer "Não podes ir, não podes abandonar-me, tens que dormir primeiro" ela respondeu "Como é que sabes que me ia embora?" ele disse "Eu sei tudo, estou a observar-te" no mesmo instante a rapariga sentiu uma presença estranha atrás dela e respondeu "Estranho!!! tchau anormal" e quando ia desligar o chat o rapaz enviou uma última mensagem a dizer "Eles não vão deixar-te ir tão facilmente, eles querem-te aqui" a rapariga assustada desligou o chat e quando baixou o ecrã do portátil, este explodiu.
   A policia ainda não consegue identificar o IP do chat, não conseguiram encontrar o corpo e nem explicar como o computador explodiu.
   Muitos dizem que a rapariga não morreu durante a explosão, pois foi interiorizada pelo chat e o seu espírito vaguei pelo chat para falar com as próximas vítimas.

Mito: "O Baú na Cave"


   Reza a lenda que numa casa no campo, na cave, existe um baú guardado por um ser pouco amigável, dentro deste baú contém um poema,  Este poema mata qualquer pessoa de forma dolorosa e sem piedade, se ler em voz alta.
   Diz-se também que o poema não pode ser encontrado se o mesmo não quiser, o poema escolhe pessoas puras e ingénuas para serem as suas vitimas. Só houve uma pessoa que conseguiu sobreviver ao poema, mas sofreu muito e durante muito tempo e acabou por ser absorvido pelo baú no final. 

Nota: Ninguém até hoje sabe o que aconteceu realmente com a única pessoa que sobreviveu aos ataques do poema.
Aviso: Se encontrar este baú ou qualquer tipo de objecto estranho em casas abandonada ou suspeitas não toque nem leia as informações ou escrituras alto, principalmente se estiverem em Latim.

Mito: Pilares Humanos

  
  Antigamente no Japão as pessoas acreditavam que era necessário sacrifícios para agradar os deuses. Com base nessa crença, grupos de pessoas foram mortas e postas dentro de pilares nas entradas dos palácios, templos e cidades, para que os deuses abençoassem os locais e esses se tornassem fortes e estáveis para que as pessoas se sentissem seguras. 
   Reza a lenda que nos mesmo locais, em determinados dias e horas, os pilares mudam de lugar e os espíritos das pessoas mortas vagueiam por lá em busca de vingança, pelas mortes injustas.

Mito: "O Diário do Diabo"


  Depois de perder o pai, uma rapariga de 16 anos faz do seu ritual diário ir ao cemitério conversar com o pai antes ou depois da escola.
   Durante uma tarde nublada, a rapariga dirigia-se para o cemitério, quando tropeçou e quase bateu com a cabeça na lápide de uma campa. Após equilibrar-se, olhou para o chão e viu um livro castanho, com um olho na capa, abriu e não viu uma inscrição numa língua que não conseguia identificar. Para além desta inscrição não havia mais nada no livro. A rapariga começou a utilizar o livro como diário pessoal, para poder descarregar todos os sentimentos retidos durante os dias passados na escola.
   A rapariga não era o tipo de menina de 16 anos popular e bonita, por isso era alvo das piadas de todos os populares da escola. A rapariga dormia, quando uma rajada de vento invadiu o seu quarto e abriu o livro, ela levantou-se, fechou a janela e voltou para a cama, minutos depois o livro mudou de pagina sozinho, ela levantou-se pegou no livro e começou a escrever. Ela escreveu:
   - "Odeio a Niki e o seu bando de anormais, pensam que são melhores que os outros. Quem me dera que ela parta as pernas"
No dia a seguir durante o intervalo, a Niki caiu das escadas e partiu as duas pernas. Aterrorizada a rapariga pensou que era apenas coincidência. Nesta noite ela escreveu:
   - "Quem me dera que o anormal do Toddy perca todos os dentes, a Tália vomite os intestinos, o Maurice morra atropelado e o  que o precioso cabelo da Julie pegue fogo"
   No dia a seguir durante a hora do almoço tudo o que ela tinha escrito aconteceu. Quando os populares descobriram o que se passava, roubaram-lhe o diário e tentaram queima-lo, mas o livro não ardia. Então eles trancaram o livro num baú e enterraram-o. Onde, ninguém sabe.
   Reza a lenda que, a rapariga de 16 anos procurou e continua a procura do seu diário e dos responsáveis pelo desaparecimento do mesmo, em busca de vingança.
Aviso: Baseado num filme de terror semelhante.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Mito: Tábua Ouija


   Ouija combinação da palavra em francês Oui que significa sim com Ja palavra em Alemão que significa sim também. Surgiu no séc XIX, quando o ocultismo e espiritismo estavam no auge das actividades de salão. Theodore Wagner, o inventor da primeira tábua chamou-a de "Psicográfico" e servia para ler a mente de pessoas com "Energia Nervosa", o que ele não sabia é que a tábua não só lia mentes como servia de portal entre este e o outro lado, o aberto e o encoberto, o visível e o oculto.    Desde esta época que várias pessoas utilizam está tábua para se comunicarem com o outro lado, o que as pessoas não sabem é os risco que correm, mexer com a ordem natural das coisas altera todos os acontecimentos, não é suposto nos comunicarmos com o outro lado nem eles connosco. Muitos pensam que esta tábua é apenas mais um jogo inofensivo, mas para joga-lo existem inúmeras regras e rituais que devem ser respeitados(as) para que nada corra mal. Um facto que as pessoas ignoram é que para poderem jogar é necessário a presença de um médium e apenas ele pode fazer as perguntas a tábua. Existem relatos de pessoas que jogaram, e depois do contacto com o outro lado muitos morreram ou continuaram a ser assombrados por entidades desconhecidas até ao final dos seus dias.     A história mais famosa deste jogo foi "A Tábua".
  Quatro raparigas mudaram-se para um apartamento de 2 andares, durante as arrumações uma delas encontrou uma caixa sem identificação. A rapariga chamou as outras e perguntou de quem era a caixa, todas responderam que não faziam a mínima ideia, reuniram-se todas na sala e abriram a caixa.    Dentro da caixa encontraram uma Tábua Ouija, uma delas disse: "Tive uma ideia para inaugurarmos a casa, que tal um jogo de contacto com os mortos?"  outra respondeu "Não, não devemos brincar com essas coisas" outra disse "eu alinho", a rapariga que encontrou a caixa disse "Todas a favor levantem a mão" e ela e mais 2 levantaram, mesmo contrariada a quarta rapariga aceitou jogar.
   Depois das arrumações, as quatro raparigas juntaram-se na sala ao final do dia, com as luzes apagadas e velas acesas, posicionaram a tábua no centro da mesa e ajoelharam-se a volta dela.
  Começaram a fazer o ritual de chamamento e invocaram qualquer coisa que não sabiam bem o que era, quando as portas da casa começaram a abrir e fechar furiosamente, algumas velas apagaram, cada uma ouviu um suspiro abafado, uma voz atrás de uma delas disse algo numa língua desconhecida e no mesmo instante a rapariga ficou deitada no chão imóvel e inconsciente, parecia morta.
   A policia chegou 1 hora depois e encontrou as paredes da casa cheias de sangue e a rapariga no chão inconsciente. Depois de uma semana inconsciente a rapariga encontrada no chão não conseguia falar e nem se lembrava do que tinha acontecido as outras, a policia até hoje não consegue encontrar os corpos nem a tábua.
   Reza a lenda que nas paredes em sangue estava escrito "שתיקה" e as almas das raparigas permanecem ligadas a tábua e sempre que alguém joga com está tábua é perseguido por elas, o problema é que actualmente ninguém sabe ao certo onde está a tábua e se é mesmo a verdadeira.



sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Classico Urbano

Desde o início dos tempos que os mitos existem, desde a época das conversas a volta da fogueira ou desde o momento em que tornou-se um ritual contar histórias as crianças antes de dormirem. Dado este facto um dos mitos mais antigos é mais populares é o mito acerca de casas assombradas. Todo o mundo já ouviu histórias acerca de casas abandonadas no final da rua, muitas delas foram testemunhas de tenebrosos eventos ou finais infelizes, o facto é que todos têm uma história ou várias para contar como a historia da mansão Borley Rectory, a casa de Harrisville ou a casa de Kentucky. Com inúmeras casas por onde escolher, devo contar-vos a história mais horripilante de todas sendo esta "A Casa de Amityville".
 - Em 1965, a família DeFeao comprou uma casa na AV. Ocean em Amityville, Long Island, Nova Iorque. A família era constituída por 7 elementos sendo 5 deles os filhos.
 - Nove anos se passaram e a família Defeao continua a viver em Amityville. Durante a madrugada Ronald Buch DeFeao Jr. o primeiro filho, com uma caçadeira foi até ao quarto dos pais e matou-os enquanto eles dormiam, de seguida para o quarto dos irmãos e mato-os por final dirigiu-se ao quarto das irmãs e mato-as também.
 - Após ter completado o assassinato, Ronald Jr correu para o bar mais próximo de casa e avisou ao moradores que tinham matado a sua família. Um dos moradores que estava no bar foi até a casa dos Defeao e encontrou 4 pessoas mortas, ele ligou para a policia do telefone da casa e esperou até que a policia chegasse.
 - Ronald Jr foi preso e no seu depoimento disse: "A casa ordenou que eu os matasse, eles mandaram, quando comecei não consegui parar, eu quis mas eles não deixaram."
 - 1975 a casa foi vendida aos Lutz uma família de 5 elementos, sendo 3 deles os filhos. Os Lutz sabiam do passado da casa mas como estavam com problemas financeiro e precisavam de uma casa grande para a família, mudaram-se na mesma.
 - Antes de entrarem na casa pediram a um padre que benzesse a casa. Quando o padre chegou ao quarto do casal DeFeao começou à atirar água benta por todos os lados e uma voz aos gritos ordenou que o padre se fosse embora.
 - O padre avisou a família que ninguém deveria utilizar aquele quarto como um quarto e mais importante ninguém deveria dormir lá. No entanto benzer a casa não adiantou muito pois depois de entrarem na casa as experiências paranormais, como enxames de moscas, janelas e portas abrirem e fecharem sozinhas, sons de tiros e no último dos casos visões de fantasmas, começaram.
 - Os Lutz deixaram a casa depois de 28 dias, quando durante a noite George Lutz movido por uma força sobrenatural tentou matar a sua família.
 - Mais tarde a casa foi vendida. Vários pesquisadores paranormais, dois deles foram o casal Warrens estudaram o caso e confirmaram que a casa está assombrada.
 - Depois dos Lutz outros aventuraram-se na casa mas depois de dias acabavam por desistir, pois a casa era mais forte.
 - Anos mais tarde descobriu-se que a casa antes dos DeFeao pertencia a Indígenas e era utilizada como local para tratar os doentes ou enterra-los.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Mito: Gritos do Inferno


   Centro da Terra, o que tem de tão especial que os cientistas desde a publicação do livro de Júlio Verne no séc.XIX ficarão tão obcecados com a sua descoberta. Júlio Verne no seu livro descreveu que no centro da terra existe uma galeria de dimensões colossais que continha no seu interior um oceano, ilhas, nuvens, e até mesmo luz, gerada por um fenómeno eléctrico desconhecido.
   Diz-se que por volta dos anos 70, na Rússia, o governo Russo intrigado pelas suspeitas levantadas pelo autor Júlio Verne decidiu escavar cerca de 15 mil metros a baixo do solo. Em 1983 eles conseguiram escavar 12 mil metros e a temperatura do buraco era abaixo dos 110º. O cientista responsável admirado pela temperatura decidiu ligar a sonda de ruídos para perceber o que se passava. Quando ligaram a sonda e apontaram para o buraco, os operários e o cientista, não conseguiam acreditar no que ouviam.  
   A sonda invés de captar sons naturais captou gritos de agonia de varias pessoas, isto só por alguns minutos depois a sonda derreteu com o calor, os operários morreram, uns abafados pelo calor outros simplesmente começaram a derreter, o único que sobreviveu foi o cientista que assustado com o som da sonda fugiu antes que essa derretesse por completo. Reza a lenda que ele enlouqueceu após essa viagem, e que começou a escavar um buraco no meio da sua sala, depois enterrou a sua empregada no mesmo buraco. Quando a policia o interrogou ele afirmou que apenas estava a fazer o que lhe foi mandado pelas vozes do buraco.
   Existem relatos acerca das escavações, e histórias de pessoas que aproximaram-se do buraco e ficaram totalmente loucas, a única coisa que elas queriam fazer era escavar. Diz-se também que perto das escavações durante a noite e principalmente as 3 da manhã é possível ouvir os gritos.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Mito: Ruivos


   Rutilismo - Característica genética responsável pela coloração vermelha ou avermelhada nos cabelos e pelos das pessoas.
   Os ruivos representam 1% da população mundial, e estão em vias de extinção. 
   Diz-se por ai que os ruivos são pessoas com curta duração de vida e que para viverem por muito tempo necessitam de roubar almas.
   Um dos mitos mais populares acerca dos Ruivos é "A rapariga sem cara". Pelas ruas de Nova Iorque deambula, uma rapariga com cabelo ondulado e avermelhado, o tom de vermelho é tão vivo que os fios de cabelo parecem chamas, ela aparece sempre vestida de branco, nunca é vista de frente, por mais que as pessoas tentem nunca conseguem alcança-la.  
   E quando isso acontece é porque ela quer, e no momento em que as pessoas conseguem olhar para ela e ver a sua deformidade, instantaneamente a alma da pessoa é sugada por ela e o corpo evapora. 
   Reza a lenda que ela pertence a família mais antiga de ruivos, e como tradição eles têm que casar entre eles para continuar a linhagem. A rapariga estava prometida ao seu primo, mas ele estava apaixonado por outra rapariga e planeava fugir com ela. Quando a rapariga descobriu fez queixa ao conselho da família, eles prenderam o rapaz em casa até ao final da sua vida e mataram a outra rapariga, esta que pertencia a uma das famílias mais antigas de feiticeiros no mundo. Eles quando descobriram o que tinha acontecido a um dos seus membros, confrontaram os Ruivos e fizeram com que a rapariga com o cabelo vermelho-fogo ficasse totalmente sem cara, eles lançaram um feitiço que consistia na perda dos elementos faciais (olhos, nariz, entre outros) com tempo. 
   Quando a rapariga ficou sem cara, ela e os familiares sabiam que ela morreria, para que isso não acontecesse foi ensinado a rapariga o segredo de sobrevivência mais antigo dos ruivos, "como roubar almas para continuar viva". Desde então ela tem feito o que lhe foi ensinado.
   Existem relatos de pessoas que depois de terem contacto com uma misteriosa ruiva na rua no meio da noite, acabam por desaparecer.

sábado, 25 de outubro de 2014

Mito: Vultos


  No dicionário, vulto significa:
1. Rosto, semblante, face.

2. Corpo, figura.

3. Pessoa que não se conhece ou de que não se podem distinguir as feições.
   Com base no conhecimento popular, vultos são fantasmas que vagueiam por aí sem rumo, muitas das vezes almas que esqueceram quem são, o que são, de onde vêm ou para onde vão.
Uma das histórias mais populares é "A maldição dos Robbinsons".

   Os Robbinsons eram uma família inglesa abastada da década de 30, que na procura de um novo começo, imigraram para uma terra no interior de Portugal. Instalaram-se numa zona isolada e construíram uma mansão, nesta zona. Os Robbinsons tinham uma filha, que com os seus olhos cristalinos e cabelo loiro, chamava demasiada atenção aos residentes das localidades mais próximas.
   Quando completou 16 anos, os pais fizeram uma viagem para o oriente e deixaram-na sozinha em casa. Durante a noite dois homens invadiram a casa e violaram a rapariga. Depois de alguns messes a rapariga descobriu que estava grávida, e quando os homens descobriram que ela estava grávida voltaram à mansão, acorrentaram e prenderam-na a cave. Durante messes, a única companhia da rapariga era os seus gritos de ajuda que ecoavam no além e mais tarde o choro da criança faminta deitada no chão ainda ligada a rapariga pelo cordão umbilical. Tempos passaram, visto que os pais da rapariga morreram durante a viagem, ninguém procurou por ela.
   Décadas mais tarde, um grupo de jovens curiosos que ouviram falar que a determinada altura do dia conseguia-se ouvir os gritos da rapariga, decidiram ir para a mansão em uma sexta-feira 13 de Agosto, comprovar a veracidade da história.
   Os quatro rapazes arrombaram a porta, entraram na cave e depararam-se com as correntes ainda ensanguentadas (com sangue seco), depois de algum tempo de espera, não se ouviu nada, três dos rapazes foram até ao jardim da casa enquanto o quarto ficou na cave a comtemplar o local. Este tentado pela curiosidade tocou nas correntes, de repente, por momentos foi-lhe permitido ouvir os gritos de ajuda da rapariga. Aterrorizado, deu um passo para trás, virou-se em direção a porta e quando se aproximava desta olhou para trás, deu um grito quando viu o que parecia ser o vulto de uma rapariga. Os outros rapazes quando ouviram o grito correram para a cave mas encontraram o rapaz morto e um vulto que parecia uma rapariga a sorrir perto das correntes. A causa da morte do rapaz é desconhecida, despois do enterro do rapaz todos os seus familiares foram encontrados mortos em casa, sem explicação para as suas mortes. Descobriu-se mais tarde que o rapaz era descendente de um dos homens que tinha violado a rapariga.
   Muitos acreditam que quando o rapaz tocou nas correntes, despertou uma maldição sobre si e a sua família.
   Desde então muitos tocaram nas correntes ouviram os gritos e foram encontrados mortos semanas mais tarde, todos de causas desconhecidas.
 Reza a lenda que a casa continua abandonada e devido as mortes inexplicáveis o residentes locais evitam a casa, a propriedade onde a mesma se encontra e principalmente as correntes na cave. 

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Mito: A rapariga de Sintra

Sintra uma das regiões mais lindas de Portugal, repleta de história e histórias, de eventos que marcaram a memória dos habitantes mais antigos e cenário do mito da rapariga de Sintra. Por volta da meia noite um grupo de 3 amigos ia de carro por uma das ruas de Sintra que dão acesso ao castelo, quando de repente passam por uma rapariga a beira da estrada que lhes pediu boleia. O mais sensato do grupo (que ia a conduzir) decidiu fazer marcha atrás e ajudar a "pobre" rapariga, durante a viagem os jovens riram-se, conversaram, ouviram musica e a rapariga misteriosa mal se mexia. Entretanto o jovem do banco de trás (a tenter ser sociável) fez varias perguntas a rapariga mas ela não respondia. O tempo foi passando e de repente a rapariga falou: - Foi ali. - Foi ali o quê? (eles perguntaram) - Foi ali que fiz o acidente e morri! Neste instante a cara da rapariga mudou para algo tenebroso e o jovem que ia a conduzir perdeu o controlo fazendo com que batessem contra outro carro e o resultado foi desastroso. Os dois jovens que iam a frente (um casal) morreram de imediato e o terceiro entrou em coma mais não recuperou e morreu. Desde então que muitos alegam ter visto a mesma jovem e outros alegam ter visto mais coisas para além da jovem nas ruas de Sintra.